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Suplente de Alcolumbre é alvo de operação sobre fraude em licitações de R$ 60 milhões

Redação por Redação
22 de julho de 2025
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Suplente de Alcolumbre é alvo de operação sobre fraude em licitações de R$ 60 milhões

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Um suplente do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), foi alvo de mandado de busca e apreensão nesta terça-feira (22), em operação da Polícia Federal e da CGU (Controladoria-Geral da União) que tem como foco suspeitas de fraudes em licitações do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) no Amapá.

Alcolumbre não é investigado e, até o momento, não há registro de participação dele nas suspeitas. A operação se chama Route 156 e tem como objetivo aprofundar apurações sobre direcionamento das concorrências públicas e desvios de recursos na manutenção e recuperação da rodovia BR-156.

Os órgãos federais miram com a apuração fraudes em licitações no valor de ao menos R$ 60 milhões em operação que tem entre seus principais alvos Breno Chaves Pinto, segundo suplente de Alcolumbre, e a LB Construções, empreiteira que pertence ao empresário.

Em sua residência, a PF apreendeu pistolas, um fuzil e 250 munições. Breno é CAC (caçadores, atiradores e colecionadores) e pode ter o seu registro cassado.
Breno foi um dos alvos de busca e apreensão, assim como o superintendente do Dnit no Amapá, Marcello Vieira Linhares, que foi afastado por dez dias cargo por ordem da Justiça Federal.

Também foram alvos das buscas e apreensões o empresário mineiro Luiz Otávio Fontes Junqueira e a LCM Construção e Comércio, empreiteira com contratos no governo federal.

O senador Davi Alcolumbre disse em nota que “não possui qualquer relação com as empresas citadas na operação” e nem com a atuação empresarial do seu segundo suplente.

“Alcolumbre reitera seu respeito às instituições e entende que todos os envolvidos devem prestar os devidos esclarecimentos à Justiça, respeitado o devido processo legal.”

A reportagem procurou a LCM Construção e Comércio, que não se manifestou. As defesas de Breno, Marcello e Luiz Otávio não foram localizadas.

Em nota, o Dnit afirmou que “colabora com a investigação, visando a completa elucidação dos fatos”.

“As instâncias de integridade da autarquia também estão apurando os fatos a fim de adotar as medidas administrativas que forem necessárias”, diz o órgão, que é vinculado ao Ministério dos Transportes.

“O departamento repudia qualquer prática fraudulenta ou ato de corrupção e conta com uma política antifraude e anticorrupção que, entre outros aspectos, deixa clara essa premissa.”

Ao todo, foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão, seis deles no Amapá, três em Minas Gerais, um em Mato Grosso do Sul e um no Amazonas.

Em Minas, a PF apreendeu três veículos da marca Porsche e 13 quadros atribuídos a pintores como Cândido Portinari e Alberto da Veiga Guignard, além de joias e relógios de luxo.

A Justiça também determinou o bloqueio de bens e de valores dos investigados na quantia de R$ 8 milhões, que seria o equivalente aos saques em espécie e às movimentações financeiras consideradas atípicas identificadas durante a investigação.

As suspeitas da PF são dos crimes de fraude à licitação, organização criminosa, prevaricação, violação de sigilo funcional, tráfico de influência e lavagem de dinheiro.

Como a Folha de S.Paulo mostrou no ano passado, a empresa que pertence a Breno Chaves Pinto assinou contratos, no fim de 2023 e começo de 2024, para obras de R$ 354,5 milhões com verba federal sob o governo Lula (PT).

A LB Construções foi selecionada, até a ocasião, para obra de R$ 268 milhões do Dnit, em consórcio com outra empresa. A construtora também venceu três editais da Codevasf, estatal federal controlada por um aliado do senador, que somam R$ 86,5 milhões.

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