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Sogra é apontada como mandante do assassinato de professor de jiu-jítsu na Serra

Quatro pessoas foram presas; crime teria sido motivado por disputa de guarda da filha da vítima, de apenas seis anos

Redação por Redação
16 de setembro de 2025
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Sogra é apontada como mandante do assassinato de professor de jiu-jítsu na Serra

Quatro pessoas foram presas suspeitas de envolvimento no assassinato do professor de jiu-jítsu Thiago Louzada Charpinel Goulart, de 43 anos, morto a tiros em janeiro deste ano no bairro Vila Nova de Colares, na Serra, Grande Vitória.

De acordo com a Polícia Civil, o crime foi encomendado pela sogra da vítima, Vanda de Oliveira Rosa, 54 anos, que não aceitava perder a guarda da neta, filha de Thiago, de seis anos. A investigação também apura a participação da irmã de Vanda no caso.

Presos pelo homicídio

Além da sogra, foram presos Luiz Fernando Moreira Souza, 30 anos, conhecido como “Mancha”; Higor Reis de Jesus, 30 anos; e William dos Santos Pereira, 29 anos, acusados de participar da emboscada que resultou na morte do professor.

Segundo a polícia, Thiago trabalhava em dois empregos e se preparava financeiramente para solicitar na Justiça a guarda da filha, que vivia com a avó materna desde a morte da mãe, poucos dias após o nascimento da menina.

Thiago Louzada Charpinel Goulart, de 43 anos, era professor de jiu-jitsu e motorista de aplicativo e foi morto a tiros na Serra.

Versão falsa para justificar o crime

O delegado Rodrigo Sandi Mori, chefe da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Serra, explicou que Vanda procurou traficantes da região cerca de 15 dias antes do crime, acusando falsamente o genro de abusar da própria filha.

“O estopim para a morte foi o fato de Thiago estar se estruturando para pegar a guarda da filha. Isso a Vanda jamais admitiria. Por esse motivo, ela foi até o chefe do tráfico e disse a ele que a criança estava sendo abusada. Pela lei do tráfico, molestadores são punidos com a morte”, destacou o delegado. A investigação descartou qualquer indício de abuso.

Emboscada

Conforme o inquérito, Vanda atraiu Thiago até o local do crime. Após telefonar para a vítima, foi até uma distribuidora próxima e avisou ao traficante Luiz Fernando que o genro iria encontrar a filha.

Na sequência, Higor e William chegaram em uma motocicleta. William conduzia o veículo, enquanto Higor, disfarçado com uniforme de uma empresa, se aproximou por trás da vítima e efetuou quatro disparos na cabeça, matando Thiago na hora.

Menina usada no plano

A investigação apontou ainda que a criança foi utilizada pela avó como parte da emboscada. Vanda teria oferecido uma caixa de bombons para convencer a neta a chamar o pai até o local, sem que a menina soubesse do plano.

Em depoimento à Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), a criança negou qualquer tipo de abuso e confirmou que a versão da avó era inventada.

“A Vanda é uma pessoa extremamente fria, calculista e dissimulada. Após o crime, ela ainda enviou o vídeo do Thiago morto para várias pessoas”, disse o delegado Sandi Mori.

Guarda da filha

Atualmente, a filha de Thiago está sob os cuidados dos avós paternos.

Acusações e novos desdobramentos

Os quatro presos vão responder por homicídio qualificado por motivo torpe e impossibilidade de defesa da vítima. Já os três homens também responderão por associação ao tráfico com emprego de arma de fogo.

material apreendido na casa do Luiz Fernando Moreira Souza, 30 anos, conhecido como “Mancha”. Foto: PCES

Durante a investigação, a polícia encontrou no celular de Luiz Fernando, o “Mancha”, imagens de pornografia infantil. A origem das fotos ainda será apurada, e o traficante poderá ser indiciado por outros crimes relacionados.

Tags: disputa de guardahomicidiopolícia civilSerraVila Nova de Colaresviolência

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