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Rumo a 2026: Pazolini protocola férias-prêmio e organiza calendário eleitoral

O prefeito de Vitória deu entrada no afastamento do cargo de delegado da Polícia Civil a partir de abril, sinalizando preparação jurídica e política para a disputa do próximo ano.

Redação por Redação
20 de janeiro de 2026
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Rumo a 2026: Pazolini protocola férias-prêmio e organiza calendário eleitoral

O prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), iniciou formalmente os trâmites para se adequar às exigências da legislação eleitoral visando o pleito de 2026. Nesta última segunda-feira (19), Pazolini protocolou o pedido de férias-prêmio referentes ao seu cargo de carreira como delegado da Polícia Civil do Espírito Santo (PCES).

O afastamento solicitado tem início previsto para o dia 6 de abril, data que marca o primeiro dia útil após o prazo legal de desincompatibilização. O movimento é visto nos bastidores políticos como um passo estratégico para conferir segurança jurídica à sua provável candidatura no próximo ano, embora o cargo a ser disputado ainda não tenha sido anunciado oficialmente.

Entenda a Manobra Jurídica

Como Pazolini é servidor público de carreira (Delegado), ele precisa seguir ritos específicos para garantir a isonomia da disputa e evitar o uso da máquina pública.

  • Duração: O pedido inicial de férias-prêmio é de 90 dias.

  • Transição: Após esse período, o prefeito poderá solicitar uma nova licença da Polícia Civil, desta vez vinculada especificamente ao período eleitoral de 2026.

  • Foco Institucional: A medida permite que ele organize sua agenda administrativa e política de forma isolada de suas obrigações como servidor licenciado da PCES.

O Tabuleiro de 2026

A antecipação desse rito formal é interpretada pelo partido Republicanos como um sinal de organização e previsibilidade. Ao “arrumar a casa” com antecedência, Pazolini reduz riscos de questionamentos judiciais futuros.

Pela regra vigente, ocupantes de cargos no Executivo que pretendem disputar outros postos (como o Governo do Estado ou o Senado) devem renunciar aos seus mandatos seis meses antes do pleito. O protocolo das férias-prêmio como delegado é o primeiro componente desse “calendário de saída” que deve se intensificar até abril.

Integrantes da gestão municipal avaliam que o gesto profissionaliza a transição e permite que o grupo político comece a desenhar as alianças para a sucessão e para a chapa majoritária do próximo ciclo eleitoral.

Tags: Calendário EleitoralDescompatibilizaçãoLorenzo PazoliniPolícia Civil ESRepublicanosVITORIA

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