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Operação ‘Castelo de Areia’: Casal é preso e Justiça bloqueia R$ 70 milhões no ES

Investigação aponta que esquema de agiotagem e lavagem de dinheiro financiava vida de luxo em Baixo Guandu; suspeito já liderou roubo a banco em Guarapari.

Redação por Redação
4 de fevereiro de 2026
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Operação ‘Castelo de Areia’: Casal é preso e Justiça bloqueia R$ 70 milhões no ES

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta última terça-feira (03), a Operação Castelo de Areia, que resultou na prisão de um casal e no bloqueio de até R$ 70 milhões em bens e valores. A ação, que mira um esquema estruturado de agiotagem e lavagem de dinheiro, cumpriu 20 mandados de busca e apreensão em diversos municípios do Espírito Santo e em Aimorés (MG).

Os presos foram identificados como Bruno Soares Mendonça, de 37 anos, conhecido como “Leite Ninho”, e Barbara Alves, de 34 anos. Eles foram localizados em uma residência de luxo em Baixo Guandu, no Noroeste do Estado.

Ostentação e Empresas de Fachada

A investigação teve início em 2024, após a polícia notar que o casal ostentava um padrão de vida incompatível com a renda declarada. Enquanto o homem não possuía ocupação formal, a mulher afirmava ser dona de uma clínica de estética que, segundo a polícia, funcionava como empresa de fachada para dissimular valores ilícitos.

No esquema de agiotagem, o grupo utilizava imóveis e veículos como garantia para empréstimos ilegais. Durante a operação, foram apreendidas três armas, R$ 42,3 mil em espécie, joias e veículos de luxo, incluindo uma BMW X4 e uma SW4 blindada. Também foram recolhidos mais de 1.500 notas promissórias e cheques.

Histórico Criminal

O delegado Anderson Pimentel destacou que o principal alvo tem um histórico de crimes violentos. Em 2018, ele teria liderado o roubo a uma agência bancária em Guarapari, de onde foram levados R$ 600 mil. Recentemente, migrou para fraudes financeiras e crimes patrimoniais, como o forjamento de roubos de veículos para recebimento de seguros.

O que diz a defesa

Em nota, a defesa de Bruno e Bárbara afirmou que a prisão é temporária e baseada em fatos antigos e movimentações financeiras de anos anteriores. Os advogados criticaram a medida, classificando-a como prematura e alegando que não há riscos que justifiquem a detenção neste momento.

O inquérito segue em andamento para identificar outros integrantes da organização criminosa.

Tags: Baixo GuanduCrime FinanceiroLavagem de DinheiroOperação Castelo de AreiaOrganização Criminosapolícia civil

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