O governador Renato Casagrande destacou a importância da iniciativa:
“O funcionamento do sistema de Defesa Civil é muito importante para nós, já que queremos um Espírito Santo sem desastres. Esse processo de estruturação que inclui plano, decreto, lei, ou seja, todo um arcabouço para funcionar em prevenção e resposta.”
“Inicialmente o edital para os municípios seria de R$ 10 milhões, mas tomamos uma decisão agora para colocar R$ 50 milhões. Toda experiência capixaba será levada para a COP30, servindo de exemplo para o País e para o mundo.”
“Vamos selecionar as ações mais urgentes dos municípios para que possamos proteger os locais mais vulneráveis. Não são apenas obras que resolvem os problemas, mas também precisamos proteger o meio ambiente e estar tudo aliado aos nossos investimentos.”
O comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Espírito Santo, coronel Alexandre Cerqueira, ressaltou o pioneirismo do estado:
“Quero destacar e agradecer a importância da liderança do governador Renato Casagrande em todo esse processo, pois é esta liderança, que ocorre desde sua primeira gestão, que faz o Espírito Santo se destacar no cenário nacional de proteção e defesa civil.”
“Hoje, temos o Plano Estadual de Proteção e Defesa Civil, o Fundo de Proteção e Defesa Civil e outros mecanismos que não ocorrem em todos os estados. Este trabalho nos permite observar um avanço importantíssimo na gestão de riscos e desastres.”
O coordenador Estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Benício Ferrari Júnior, explicou a nova postura do governo:
“A Política Espírito Santo Sem Desastres significa uma nova postura do Governo do Estado frente aos desastres. A ideia é, por meio desta política, articular melhor, coordenar melhor e trazer todos em uma só frente de enfrentamento aos desastres, porque a defesa civil não é só quem veste colete laranja, é cada um de nós, é toda a sociedade.”
Pilares do ES sem Desastres
A nova política se divide em seis pilares principais: preparação para eventos extremos, monitoramento e alerta, comunicação com a sociedade, preparação para o enfrentamento, resposta a desastres e planos de recuperação.
Para isso, o programa reúne três grandes ações: